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Publicado: 10 de fevereiro de 2026 às 09:55

Produtor de 'Som da Liberdade' realiza filme sobre atentado contra Bolsonaro

Intitulado 'Dark Horse', longa-metragem foca na facada sofrida pelo ex-presidente em 2018 e traz elementos de ficção sobre sua trajetória militar

O cineasta e produtor mexicano Eduardo Verástegui, conhecido pelo sucesso mundial Som da Liberdade (2023), deu início à produção de um novo filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Intitulada Dark Horse, a obra começou a ser filmada em outubro de 2025 e tem lançamento previsto para 2026. A trama central gira em torno do atentado sofrido por Bolsonaro em Juiz de Fora (MG), durante a campanha eleitoral de 2018.

O roteiro é baseado no texto Capitão do Povo, do deputado federal e ex-secretário de Cultura Mário Frias (PL-SP). A narrativa apresenta Bolsonaro como um "improvável vencedor" e explora sua trajetória desde os anos 1980, com cenas ficcionais que o mostram combatendo o tráfico de drogas e enfrentando conspirações políticas enquanto ainda era militar.

Elenco e Direção

A produção escalou atores internacionais e brasileiros para dar vida à família Bolsonaro e aos antagonistas da história:

  • Jair Bolsonaro: Interpretado como o protagonista que sobrevive a múltiplas tentativas de assassinato.
  • Carlos Bolsonaro: Interpretado pelo ator brasileiro Sérgio Barreto.
  • Eduardo Bolsonaro: Interpretado por Eddie Finlay.
  • Flávio Bolsonaro: Interpretado por Marcus Ornellas.
  • Vilão Principal: Um traficante influente preso por Bolsonaro no passado (personagem fictício).
  • Aurélio Barba: Personagem inspirado em Adélio Bispo, autor da facada.

A direção do longa está a cargo de Cyrus Nowrasteh, cineasta norte-americano de origem iraniana com experiência em filmes de temática política e religiosa, como O Apedrejamento de Soraya M. e Infidel.

Dark Horse promete ser uma produção de grande apelo para o público conservador, seguindo a linha de produções anteriores de Verástegui que mesclam temas de justiça, fé e política. O filme deve abordar não apenas o dia do atentado, mas também o período em que o então candidato esteve internado, sugerindo que ataques orquestrados continuaram ocorrendo enquanto ele se recuperava.